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Preço do frete tem defasagem média de 16% em 2019

publicado em: 02/08
O preço do frete teve uma defasagem média de 16% no primeiro semestre de 2019. A informação é de pesquisa da NTC&Logística, apresentada na tarde da última quinta-feira, 1º de agosto, para lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) de todo o Brasil. O evento encerrou na sexta, 2 de agosto, em São Luís, no Maranhão.
 
No segundo semestre de 2018 esta defasagem era de 13%. Outro apontamento da pesquisa é que a maioria (62%) das empresas do TRC não cobram o frete valor, que quer dizer o percentual sobre o valor da carga constante na nota fiscal e variável com a distância a ser percorrida, o qual se destina a cobrir os custos com o seguro obrigatório de responsabilidade civil. Além disso, 71% não cobram o GRIS (taxa de Gerenciamento de Risco) e 83% o EMEX (Taxa de Emergência Excepcional) – cobrado para regiões que se encontram em estado de insegurança para o transporte (roubo de cargas).
 
Destas empresas, 41% acreditam que a realidade será mantida estabilizada, percentual similar ao de janeiro de 2018, quando 42% tinham este pensamento. O número caiu, por sua vez, em relação aos que acreditavam em melhora: de 44,5% em janeiro de 2018, no mesmo período em 2019 este número foi de 24%. Já os que esperavam piora se elevaram de 13,5% para 35%.
 
Piso mínimo
 
A pesquisa da NTC&Logística também demonstrou que 41,5% das empresas do TRC consideram o Piso Mínimo do Frete bom para o setor, contra 29,2% indiferente e 29,3% prejudicial.
 
Nesta realidade, apenas 10% das empresas continuam contratando transportadores autônomos. E, com a tabela, 38,5% substituíram os terceiros por mão de obra própria. 50,9%, todavia, não foram afetadas.
 
Fonte: NTC&Logística
 

    

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